domingo, 13 de maio de 2012

Sexo e menstruação




É realmente muito difícil achar um homem que goste de fazer sexo durante o período menstrual da mulher, muitos deles sente nojo, não gostam de olhar para o sangue,etc. Ou seja, muito casal passa todo o período menstrual sem sexo. E isso é certo? Para muitas pessoas isso é correto, afinal pensam que menstruação é algo sujo, que a mulher nesse tempo tem que se cuidar mais,tipo, minha vó dizia que antigamente a mulher menstruada não lavava o cabelo, já outra dizia que você não pode tomar suco de limão nesse período, e por ai vai. São conceitos que estão arraigados no nosso subconsciente e que se torna difícil vencê-los, mas não impossível. E eu como sou mulher e passo por isso todo mês, sei como a menstruação incomoda e até mesmo faz com que nós próprias pensemos que estamos sujas, fedendo. É nessa época que a minha auto estima fica um pouco baixa, é como se eu me sentisse indesejável. Com  esse texto, espero que muitas mulheres e homens tenham pelo menos um pouco mais de consciência do que é a menstruação, e que possamos agir mais naturalmente com relação ao sexo na menstruação.





A mulher quando está menstruada tem mais vontade de transar ou a relação sexual durante a menstruação não é recomendada? Transar menstruada faz mal a saúde? Pode transmitir doenças? Estas e outras perguntas são freqüentes no dia-a-dia do ginecologista, pois esta relação (se é que existe mesmo) entre tesão e menstruação sempre despertou muita dúvida e curiosidade - e não é de hoje. O mito da menstruação como sendo a "limpeza" do útero, a crença de que a mulher menstruada fica “suja” e que, por isso, não deve transar ainda é muito presente. Na verdade, o sangue da menstruação não é nenhuma sujeira nem tampouco significa um processo de limpeza. É um acontecimento natural na vida da mulher e indica somente que naquele mês ela não engravidou.
Transar durante a menstruação é uma questão de gosto, uma opção da mulher ou do casal e não traz nenhum problema para a saúde, exceto nos casos em que a mulher for portadora do vírus da AIDS (o HIV), pois o parceiro ao entrar em contato com o sangue contaminado pode aumentar as suas chances de contrair a doença. Existem casais que evitam as relações sexuais durante a menstruação por questões de higiene, outros são indiferentes e alguns até gostam, dizem que facilita a penetração.
Com relação ao desejo sexual, a mulher pode sentir tesão em qualquer época do mês – durante a menstruação, na ovulação ou na fase pré-menstrual – basta ser estimulada e estar receptiva para isto acontecer. Existem alguns estudiosos que defendem a teoria de que a mulher fica com mais vontade de transar durante a menstruação e esta, definitivamente, não é uma relação de causa-efeito. Estas pessoas insistem em comparar a mulher aos outros animais que têm relações sexuais quando estão no cio. Mas, no caso da espécie humana, a natureza nos brindou com um atributo único em relação às demais: a capacidade de pensar e ter prazer. De fato, algumas mulheres dizem que durante a menstruação têm mais vontade de transar, mais isto não é a regra e nem deve ser motivo de preocupação para aquelas que não têm!( Fonte: Bolsa de Mulher)


Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior, do Instituto Paulista de Sexualidade, durante a menstruação não existe nada que atrapalhe ou prejudique a mulher ou o homem durante a relação sexual. "O sangue menstrual não é 'ruim', não está contaminado, não causa infecções na mulher nem no homem", explica Rodrigues.
"O que acontece na época do ciclo menstrual é que as mulheres ficam mais sensíveis a doenças sexualmente transmissíveis. Sendo assim, normalmente os especialistas sempre orientam para que durante a transa sejam utilizados preservativos. Tudo com proteção não tem problema", enfatiza o ginecologista Fábio Laginha, do Hospital Nove de Julho.
"Como o PH da vagina passa de ácido para alcalino na menstruação e, além disso, como o tampão que protege a subida de germes para o útero é desfeito e substituído pelo sangue, é preciso mais cautela na hora das relações sexuais. Se a mulher adquirir qualquer infecção neste período, será mais grave do que em qualquer outra fase", ressalta o ginecologista Nelson Valente, do Laboratório Especializado em Ginecologia e Obstetrícia (Lego).(Fonte: Terra)


Resumindo:


Estou eu com um Lover e ele vem com o papinho:



- Sabe, não sei se vou ficar confortável pra transar com você hoje.
- Por quê? [forçando a resposta]
- Por causa da sua menstruação.
- Sei... e se eu estivesse com um corte sangrando, você ficaria desconfortável do meu lado?
- Não, mas...


Resumo da ópera: o sangue da menstruação, ao contrário do que muitos pensam, não é sujo. Não tem mais ou menos bactérias do que o sangue de qualquer outra parte do corpo. Ele vem do seu útero, um órgão interno, parte superlimpinha do corpo. Como todo sangue, lógico, ele tem cheiro de sangue. Mas é um cheiro fraco, que acaba ficando pior por causa de nossos absorventes (que vão guardando todo o sangue num pedaço de algodão por várias horas reagindo com sabe-se-lá que componentes químicos). Do mesmo jeito que suor tem cheiro de suor - e tem muita gente que até gosta de suar e ver o/a parceiro/a suar durante o sexo, pra dar um exemplo bobo. Esse "nojo" do sangue menstrual é construído socialmente, assim como um certo "nojo" da buceta em si, que faz com que muitos homens (não, homens não, GAROTOS) demorem ANOS pra fazer e gostar de fazer sexo oral em uma mulher. 
Quando estamos com tesão, com vontade de transar e o parceiro diz que não está confortável ou que não está afim por causa da sua menstruação, é como se ele estivesse te dizendo que não está afim porque você é mulher demais. Porque seu corpo é feminino demais. Porque você é suja. Porque você fede. Normalmente, também ja reparei, os homens que tem este tipo de "asco" (podem recorrer à antropologia e verão que asco e nojo são sentimentos construídos socialmente) são geralmente mais novos e mais imaturos. Não entendem ainda a necessidade de superar estas barreiras construídas socialmente para dar prazer e ter prazer em dar prazer. No momento em que dizem este "não" com este motivo acabam causando, para a parceira, um desconforto maior ainda em relação ao próprio corpo. (Depois dizem que preferem mulheres que são seguras do próprio corpo - mas oras, como é que então eles podem cooperar para isto com tal atitude?)
Bom, a primeira afirmação que reforço aqui é a de que mulheres também são parte da sociedade. Mulheres também são educadas para acharem todas estas coisas sobre seus próprios corpos. E quando percebem que os homens não gostam que seus corpos sejam exatamente como eles são (ao menstruarem, por exemplo), esse desconforto com o próprio corpo é reforçado. Este "nojo", "asco" ou "desconforto" mesmo sendo construído socialmente, não é consciente. De jeito nenhum. Por isso que nos parece tão normal, tão natural (como o nojo pela urina ou pelas fezes ou por catarro e saliva, e por aí vai). Então é comum que haja mulheres que também não se sintam confortáveis para transarem menstruadas. Mas, oras, os dois com tesão vão abandonar a transa e o prazer por uma bobagem destas? Seria uma pena. O que nos leva ao próximo e último capítulo da historinha: como quebrar este ciclo.
A barreira, ou o tabu da menstruação é só mais um entre tantos tabus sexuais que a nossa sociedade reforça durante muitos momentos de nossas vidas. Depois da superação deste tabu, pode-se descobrir que sexo durante a menstruação é normal, bom ou excelente. Depende da pessoa. Não há uma regra. Algumas mulheres gostam mais, outras menos; alguns homens gostam mais, outros menos. Mas depois de vencer o obstáculo mental, só não gostam se também não gostarem de sexo porque aí, racionalmente, igualamos positivamente e estabelecemos um "zero" pra pesar os tipos diferentes de sexo. O processo não é tão fácil assim. Às vezes um sex coach ou terapeuta sexual pode até ajudar, se você preferir. Mas na maioria das vezes o casal consegue resolver sozinho. Quer dizer, com esta mentalidade de buscar ficar confortável, deixar o outro confortável tanto com o seu corpo quanto com o próprio corpo.( Fonte: Mulher Alternativa)


sexta-feira, 20 de abril de 2012

O USO DO VIBRADOR






Os tipos de vibradores hoje no mercado são variados, para todos os gostos, vai desde o mais discreto até os mais exuberantes, mas o que não podemos negar é que o objetivo é o mesmo, dar prazer. E se as mulheres perderem seus medos e preconceitos, seriam mais felizes na busca desse prazer. Conheço muitas mulheres que não sabem nem o que é um vibrado, outras tem vergonha de falar sobre o assunto. Mas, o que se sabe é que o uso do vibrador vem crescendo entre homens, mulheres e entre o grupo GLS. Mas não é fácil para muitas mulheress vencerem o preconceito e a vergonha de usar um vibrador, então vai a dica, não pense no que os outros vão dizer, apenas curta a si mesma .


O vibrador foi usado primeiramente pela medicina, em 1878, para tratar histeria feminina, nome dado na época às mulheres que apresentavam muita irritabilidade, ansiedade, variação de humor, revelações de fantasias sexuais e acentuada lubrificação vaginal. No entanto, para esse fim, o uso foi abolido nos primeiros anos de 1900 por não apresentar resultados comprovados de eficiência.
Mesmo assim, nessa mesma época, foi produzido em escala industrial e bem aceito pelo público feminino para fins sexuais. Ainda hoje é um sucesso!( Fonte:Blog do Estúdio 69)
“Ter um vibrador é um sinal de respeito por si mesma e pelo seu prazer.” Assim, a atriz da Globo e vocalista da banda carioca Orchestra Imperial, Thalma de Freitas, 33 anos, define a sensação que teve, há quatro anos, quando entrou sozinha em uma sex shop do Rio de Janeiro e gastou 300 reais com um vibrador que vinha com três capinhas diferentes, estilo multiuso. “Sabe por que comprei? Estava cansada de dar para os caras errados”, diz. “Queria me preservar mais, mas também não estava a fim de abrir mão de sentir prazer.” Se Thalma sentiu vergonha na hora em que entrou sozinha na sex shop? Nenhuma. “Pelo amor de Deus, não é possível que as pessoas ainda tenham vergonha de uma coisa que é para elas. Vergonha, eu tenho de ter beijado alguns caras errados!” Gostou tanto do primeiro brinquedinho que eles viraram mania. Thalma tem uma pequena coleção de vibradores e gosta de chamá-la de kit do prazer.
A naturalidade em falar desse assunto e dizer, sem firulas, que vibradores fazem parte da vida será, no entanto, uma mania isolada, de determinados grupos de mulheres? Ou quase toda moça moderna necessariamente já experimentou o brinquedinho? Conversando com outras mulheres, chegamos à conclusão de que, como tudo relacionado a preferências sexuais, não há regra.
Ex-apresentadora do extinto Erótica MTV ao lado do psiquiatra pop Jairo Bouer, cuja tônica era justamente a sexualidade, a paulistana Tatiana Mancini, 32 anos, conta que tem, sim, um vibrador, mas diz que nunca se animou a usar sozinha. A graça, garante ela, é usufruir do brinquedinho com o marido. “O vibrador é um instrumento, um complemento. Ensina caminhos, propõe um ritmo. Serve mais para erotizar a história do que dar prazer. É só um acessório que acrescenta”, defende ela, dizendo ainda que vibradores não devem ser tratados como soluções para a falta de um parceiro. “Trata-se de um ato solitário, e não há quem viva sozinho.”
 Se você está lendo tudo isso e se sentindo um ser do outro planeta por nunca ter visto um vibrador, saiba que está longe de ser a única. A vereadora e comentarista de futebol da ESPN Soninha Francine, de 38 anos, faz parte desse time. “Nunca peguei um na mão, só conheço por foto. Não me interessa, não me dá o menor tesão”, admite. “A origem do prazer está no cérebro e, se você não tem condições mentais, não é um vibrador que vai te dar mais tesão. Agora, se hoje as mulheres admitem que gostam e buscam mais prazer, sendo capazes de ir lá e comprar um objeto pra se satisfazer, acho muito positivo.”
Independentemente de gostos, falar de vibradores deixou de ser assunto para cochichos e se tornou um papo normal. Basta lembrar que, recentemente, foi noticiado que Kate Moss, o ícone da beleza e da modernidade mundial, comprou um de ouro por 350 dólares para presentear uma amiga. Mas esse modismo, ao mesmo tempo em que se tornou menos polêmico, ainda atinge poucos. “Não é qualquer uma que tem coragem de entrar em uma sex shop e pedir um vibrador”, garante a ginecologista Sonia Rolim, professora da Escola Paulista de Medicina. “O que eu sinto é que as mulheres andam mais curiosas sobre o tema.” A médica acha que o uso de vibradores é importante para que as mulheres conheçam melhor seu próprio corpo. E também para casais que tenham intimidade e curtam, mutuamente, usá-lo durante o sexo. É assim com a atriz Thalma de Freitas, que não conhece a palavra “pudor” ao falar sobre o tema. Ela comprou seu primeiro vibrador quando estava solteira. Depois de casada, o brinquedinho virou parte da rotina do casal. “Meu marido adora que eu tenha um e gosta de me ver usar”, diz a atriz. Casada há três anos, ela está fazendo o mito de que vibrador é coisa para mulher encalhada cair por terra.
A atriz Jayne, de 34 anos, uma paulistana linda de olhos verdes, é outra que ajuda a derrubar o mito. “O vibrador é interessante por vários aspectos. Inclusive para a gente mexer com nossos arquétipos sexuais. As mulheres às vezes são um pouco menino também”, diz a moça. Um certo dia, seu pequeno vibrador, presente de uma amiga, desapareceu. Jayne desconfia de que foi roubado por uma faxineira evangélica (sim, é verdade, este não é um texto de ficção). Há alguns meses, decidiu pedir um para o namorado de presente. “Fui com ele na sex shop e comprei um ótimo.”(Fonte: Revista UOL).
Os modelos são inúmeros. Existem diferentes cores, tamanhos, velocidades, intensidades, formatos, enfim, todo o tipo de aparelho que proporcione o prazer. Existem modelos feitos para estimular o prazer vaginal e os especiais para proporcionar o prazer anal, neste caso, alguns modelos têm formatos diferentes, para garantir sensações diferentes. Existem modelos que são resistentes à água, que têm formatos parecidos com um pênis e os que não são nada parecidos. Para estimulação clitoriana existem vibradores chamados de estimuladores clitorias, eles são menores e possuem ponteiras. os vibradores podem ser à pilha (bateria) ou elétricos.
Em geral, os modelos que são ligados na tomada têm maior potência e não te deixam na mão durante o uso! Os vibradores elétricos podem ser encontrados em qualquer loja e utilizados como massageadores, e não causam constrangimento quando encontrados pela casa. Outra vantagem é a durabilidade, já que os elétricos têm uma vida útil muito maior do que os movidos à pilha.
Existem vibradores muito interessantes que podem ser usados pelo casal hetero ou gay. Alguns exemplos são as butterflys (pois durante o uso pode haver penetração na mulher) e o feeldoe um vibrador novo e incrivel que transforma o corpo, se quem usa é mulher quando um pênis, se for homem pode simular dupla penetração na mulher.
(Fonte: Wiki2Buy)
Erradamente ainda se associa, com frequência, o uso do vibrador ao objeto consolador dos desejos insaciáveis das mulheres sempre insatisfeitas. Encarado por muitos como um inimigo, julgado pelo seu tamanho e incansável atividade, o vibrador é cada vez mais comum nas nossas vidas, é cada vez mais um objeto de uso partilhado que precisa, necessariamente, de ser visto como um brinquedo sensual e não como um objeto de simples consolo.
O vibrador não tem o objetivo de substituir o companheiro, tem como finalidade ser um aliado e proporcionar-nos mais prazer!
São imensos os modelos no mercado, que vão desde o mítico utilizado por Samantha de O Sexo e a Cidade, aos mais modernos com memória e design que não se deixam descobrir pelo filhote mais curioso.
Os vibradores permitem uma maior estimulação genital e devem ser escolhidos de acordo com a preferência de cada uma de nós. O principal critério para a sua seleção é sabermos qual é a nossa zona de estimulação favorita: a zona externa preferencialmente a clitoriana ou o interior da vagina?(Fonte:Entre Mulheres)

Vibradores, massageadores e estimuladores devem ser sempre higienizados antes e depois do uso. E nada de emprestar o brinquedinho às amigas! Assim como a escova de dente, o acessório é pessoal e intransferível. Na falta de dois vibradores, deve-se usar camisinha no acessório e trocá-la, quando for usar na outra pessoa. Isso evita doenças sexualmente transmissíveis. Outro cuidado é jamais derramar bebidas no aparelho: pode estragá-lo ou causar alergia.
Há muitas formas de brincar com o vibrador; ele ter um formato fálico não significa que só serve para a penetração. Como a vibração estimula outras partes sensíveis do corpo, o acessório é um ótimo aliado durante as preliminares e pode ser usado por ambos os sexos. Vale à pena experimentar as diferentes rotações, intensidades, texturas… Certos modelos servem para se divertir na água e têm formatos engraçados, o que colabora para o aspecto lúdico do sexo.
Alguns homens entram quase em crise existencial ao saber que a parceira curte lançar mão do acessório. Eles ficam com a masculinidade abalada, achando que a performance na cama já não é lá essas coisas. Nem sempre eles conseguem entender que o brinquedo erótico é só mais uma forma de diversificar o prazer. Um produto nunca vai substituir uma pessoa… Explique isso para ele!
Tem homem que aceita usar na parceira, mas não se sente à vontade quando ela busca acariciá-lo com o vibrador, pois o associa a um pênis e sente que isso poderia ferir sua masculinidade. Os massageadores são uma boa alternativa para os mais introvertidos. Para aqueles que não sentem vergonha de admitir que sentem tesão com estimulação anal, o vibrador pode proporcionar sensações bem excitantes.
Vibradores, massageadores e estimuladores devem ser sempre higienizados antes e depois do uso. E nada de emprestar o brinquedinho às amigas! Assim como a escova de dente, o acessório é pessoal e intransferível. Na falta de dois vibradores, deve-se usar camisinha no acessório e trocá-la, quando for usar na outra pessoa. Isso evita doenças sexualmente transmissíveis. Outro cuidado é jamais derramar bebidas no aparelho: pode estragá-lo ou causar alergia.(Fonte: UOL)

Para acertar a compra, você precisa saber o que deseja. Se quer um brinquedo para a penetração, o formato do pênis é o melhor. Já o bullet, que tem a forma de um ovo, funciona muito bem no estímulo do clitóris. Agora, para explorar todo o corpo - inclusive a região genital -, procure por esponjas vibratórias. "O caminho para achar o vibrador ideal deve ser divertido! Vá testando até encontrar seu preferido", diz Paula Aguiar, autora dos manuais My Vibe, sobre vibradores. 

VIBRADOR MASCULINO




DICAS
Se quer iniciar devagar, "escolha um bem pequeno, com a textura de um pênis ereto", recomenda Jenny Hare, autora de Orgasmos: Como Chegar Lá (Ed. Best Seller, R$ 24,90). O importante é optar por um modelo fácil de usar e que provoque vários estímulos diferentes. 
Se quiser se sentir mais segura, converse com um ginecologista sobre o assunto e leia sobre o tema. "Também é essencial entrar em uma sex shop e questionar sobre cada produto, testando na pele para sentir se pode machucá-la", alerta a personal sex trainer Fátima Moura. Tem vergonha de ir à loja? Visite os sites! E, caso tenha alergia a alguma substância, confirme se ela não está presente na composição de seu brinquedinho.  
Nada de investir uma grana logo no primeiro vibrador! "Escolha um barato e versátil, que, se não for maravilhoso, não fará você se sentir mal por perder alguns reais", ensina Paula. Assim, você economiza - e pode até comprar modelos diferentes para testar. “Quando souber do que gosta, recomendo investir em produtos de qualidade, pois possuem maior durabilidade”, diz.
Desligue-se do mundo e, com o vibrador na mão, explore cada pedaço do corpo. "Sozinha, você sentirá menos pressão para atingir o orgasmo e mais liberdade para experimentar", diz Paula Aguiar. Tente mover-se contra o vibrador, segurando-o próximo à vulva, sempre movimentando o quadril.(Fonte> M de Mulher).






sexta-feira, 13 de abril de 2012

Ménage à trois

O ménge à trois ou , sexo a três, como é conhecido, é uma prática muito usada por casais liberais, ou modernos, que colocam em sua relação uma terceira pessoa, para satisfazer a fantasia do casal, ou muitas vezes só de um. 


Falar sobre esse tipo de desejo sexual não é fácil, porque você muitas vezes vai ser mal interpretado pela sociedade que condena esse tipo de relação, e às vezes até pelo próprio parceiro que pode não entender a sua fantasia. Mas mesmo dentro de uma sociedade cheia de preconceitos e hipocrisias, muitos casais têm assumido que curtem o sexo a três e que sentem vontade de fazer.
Para fazer o sexo a três , tanto a mulher como seu parceiro tem que estar bem resolvidos sobre o que realmente querem, e como querem.
No meu ver esse assunto ainda é tabu entre muita gente, vivemos uma geração de pessoas conectadas a uma nova visão de mundo através da internet e outros,mas com a mente fechada, diria até bloqueada para certos assuntos, como admitir que sua mulher fosse vista com outro homem? Como ver a relação de casais assim? Ainda existe muito julgamento sobre esse assunto e muito tabu acerca disso. Nesse impasse, como provar o novo e ser mal interpretada?  Eróttica



"Ménage à trois" ou simplesmente "ménage" é uma expressão de origem francesa cujo significado originalmente denominava um domicílio habitado por três pessoas em vez de um casal. Sua tradução literal é "moradia a três".
Atualmente é utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas.(Fonte:Wikipédia)
De novidade, essa prática não tem quase nada. Ela vem dos tempos da Grécia antiga, quando se organizavam grandes orgias com mais de 100 participantes, quase sempre divididos em grupos de três. Assim, obedecendo a um esquema de rodízio, todo mundo participava, já que em quatro, acabariam por se formar pares e, em cinco, alguém ia acabar sobrando. Naquele tempo, sem metade dos valores sociais de hoje, a realização do sexo grupal só dependia mesmo da solução de um problema matemático de pares ordenados.


Nos nossos dias, a coisa é bem diferente. "Acho muito atraente a idéia. Mas por outro lado, morro de medo", confessa a estilista Daniela Braga. Ela acredita que, se submetendo à experiência com um namorado, não vai suportar vê-lo transando com outra pessoa ao seu lado.


"Uma vez, li numa revista o depoimento de uma mulher contando que o marido a tinha trocado pela parceira deles de ménage. Imagina que situação pavorosa! Só consigo chegar mais próxima da realidade se imagino acontecendo com mais duas pessoas com quem eu não tenha muita intimidade. Mas, mesmo assim, vou ficar constrangida. Precisaria trabalhar melhor a idéia", diz Daniela.
Mas, como é de se imaginar, nem tudo relacionado ao sexo grupal corre num mar de rosas. O que não faltam são tentativas frustradas, como a da gerente de vendas Ana Paula Guimarães. Ela e o namorado resolveram experimentar o ménage e acabaram descobrindo que realizar uma fantasia sexual em conjunto pode ser algo de conseqüências dolorosas. "Foi muito difícil encarar o meu namorado transando com outra mulher e sentindo prazer", confessa.


Ela reforça a regra que diz que, antes de mergulhar nesse tipo de experiência, é preciso se despir de alguns valores e preconceitos, pouco simples de serem resolvidos. "A gente deveria ter conversado mais sobre o assunto. Chamamos uma profissional justamente para que a outra pessoa não se envolvesse diretamente no nosso relacionamento, mas esquecemos de que o problema poderia estar dentro de nós mesmos", revela. Apesar de garantir ter sentido prazer na noite em que tudo aconteceu, Ana Paula conta que o assunto acabou virando tabu entre ela e o namorado. "Os dias seguintes foram muito estranhos. Aquilo mexeu demais comigo e com ele também e a gente nunca mais falou sobre o que aconteceu", lembra.


Psiquê 


A sexóloga Rita Carvalho confirma que é mesmo preciso estar atenta às emoções antes de dar asas a fantasias sexuais mais ousadas. "Se foi legal, divertido, sexualmente prazeroso, pode ser hora de vencer algumas inibições e se desvencilhar de determinados valores para ser mais feliz na cama", diz. Segundo ela, não há nada de errado num ménage a trois (ou a quatre, ou a cinco), muito pelo contrário, desde que ele conte com a aprovação e o consentimento de todos e que não prejudique a saúde física e muito menos psicológica dos envolvidos.


"Nesse tipo de relação, é fundamental o comum acordo. Porque não é realmente nada fácil lidar com o turbilhão de emoções que ela provoca. Além disso, há um agravante cultural que dá um peso moral muito grande a essa prática. Por isso, sobretudo entre casais de relacionamento monogâmico, em que há uma estrutura emocional envolvida, a decisão não deve ser tomada do dia pra noite. O assunto deve ser muito bem conversado e pensado para que nada fique para ser resolvido depois ou, pior ainda, durante", alerta. Porque, entre quatro paredes, o que vale é a vontade do freguês – aquele que tem sempre a razão.(Fonte: Bolsa de Mulher)

Segundo o psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, Dr. Oswaldo Rodrigues Jr., fantasiar ter sexo com dois ou mais homens não é uma fantasia muito comum entre as mulheres. "Mas para aquelas em que isto é verdade, a motivação é bastante forte", afirma, lembrando que a fantasia tem que superar alguns entraves até ser realizada. "O primeiro deles é a moral em nossa cultura. Este entrave moral ocorre para que exista um controle sobre a possível prole de uma mulher. Ter relações sexuais com dois homens ao mesmo tempo pode conduzir a uma gravidez sem reconhecimento do pai pela dúvida que surgiria", explica Dr. Oswaldo, lembrando que a valorização dos contraceptivos e os exames de DNA amenizam esse entrave.
O segundo entrave é encontrar um homem que consiga viver bem com esta parceira sexual durante e depois do ato. "Continuará havendo respeito se o homem acreditar que a mulher tem o direito desta prática e que este sexo não a denigre nem a rebaixa moralmente", afirma, explicando que o marido ou namorado que aceita tal situação é alguém que administra bem o ciúme e não se sentirá diminuído pela necessidade da mulher de ter contato sexual com outros homens.
Fantasiar ter sexo com dois homens pode dar a mulher a sensação de poder. "Pode condizer com ela sentir-se no controle da situação sobre dois homens, pode permitir experimentar condições sexuais diferentes, pode possibilitar sentir-se sob controle em submissão absoluta", explica o psicoterapeuta, acrescentando que devem existir mais mulheres fantasiando o sexo com dois homens do que as mulheres que executam estas atividades.(Fonte: Vamos Falar de Sexo).







domingo, 8 de abril de 2012

A FALTA QUE O SEXO FAZ



O sexo faz falta na sua vida? Como falei no post anterior sobre o sexo nosso de cada dia, resolvi falar sobre a falta de sexo nas nossas vidas, o que para muitas mulheres parece ser normal, para muitos homens não é. Existem  vários motivos para não se ter sexo, muitos homens dirão que é no casamento que acaba o sexo, muitas vezes sim, a rotina e a correria do dia a dia, podem causar o fim do sexo na relação, mas uma coisa que penso ser realmente o problema, é a convivência com uma pessoa que antes de casar era uma e depois se mostrou outra. Explico, a diferença entre as pessoas faz com que o casal ou se tolere, ou se odeie.Tudo porque é difícil aceitar uma imposição da forma de ser do outro, não queremos mais abnegar de nada numa relação, nem o homem e nem a mulher, praticamente forçamos o outro a nos aceitar e nos forçamos a aceitar o outro. Somos diferentes, tanto em sexo, quanto em idéias, o homem é um ser único. No sexo cada um tem sua forma de fazer, seus fetiches, suas taras, muitos se calam e vivem secretamente seus desejos, outros tentam viver e se dão bem com seus parceiros, outros brigam sempre que falam sobre o que gostam, como se a sua vontade fosse um pecado mortal. Sexo deveria ser algo que unisse e fortalecesse o casal, mas muitas vezes não é isso o que acontece. ERÓTICA



Diferentemente dos animais, os seres humanos não fazem apenas sexo - seja para reprodução, seja para obter prazer. O erotismo é exclusivo da nossa espécie, e é nesta energia, vibrante e criativa, mobilizadora dos sentidos e da imaginação, que reside o elemento-chave para uma relação prazerosa. Em geral, quando o sexo deixa o casamento, é porque o erotismo perdeu espaço. A libido foi vencida pelo dia a dia massacrante.


O desgaste promovido pela rotina costuma ser apontado como uma das principais razões para o desinteresse pela vida sexual. Estressados e atormentados pela falta de tempo, homens e mulheres fazem malabarismo para criar os filhos, pagar contas, aumentar o patrimônio da família e estar no topo do ranking dos melhores no trabalho. O sexo, que era prioridade no início da vida afetiva, perde espaço para o cotidiano.


Nesse contexto, a chegada dos filhos é um marco. Crianças pequenas demandam energia e disposição. Quando dois viram três inicia-se uma nova fase no casamento. Esta transição, um dos maiores desafios para os casais, está sendo enfrentada com dificuldade pela secretária Débora Bortolleti, 35 anos, e o consultor Marcello Mezzanotti, também 35 anos, casados desde 2004.


O nascimento da filha, há dois anos, foi o começo da crise. Segundo ela, há muita ternura e amizade na relação, mas também brigas e diferenças grandes de temperamento. "O sexo foi se tornando escasso e, agora, estamos há seis meses sem transar", diz ela. "Quanto mais o tempo passa, mais longo fica o caminho a ser retomado."(fonte: ISTO É INDEPENDENTE)


O HOMEM QUE NÃO QUER SEXO


Homens podem sim, ser sexualmente humilhados e a mulher nem perceber o que fez isso com ele. Mulheres chatas, que cobram desempenho, que cobram sexo, que esfregam o que querem na cara, podem desencadear essa situação em homens. Aí, uns vão dizer: isso é coisa de boiola! Não é, isso é uma coisa de homem que tambpém tem emoção e não quer se sentir por baixo.


Parece coisa de mulher que resolve negar sexo para ser ouvida! Nesse caso, não é isso, é não querer sexo para não ser cobrado! Então, mais uma vez, o que eu tenho a dizer para algumas mulheres que tem esse problema em casa. Tirando o fator DOENÇA, estresse no trabalho (que influencia muito o desempenho), obesidade, cansaço físico e mental, temos um problema de ordem psicológica aqui.
De onde vem esse problema? Algumas hipóteses: os dois eram virgens e ele não faz mais preliminares porque agora tem a penetração. É horrível, mas muitos homens são assim.


Talvez no ato em si, ele sinta que não era tudo o que ela esperou na vida (sua performance), ou ele goza muito rápido e você cobrou isso dele, ou seja, mulher que não é compreensiva e “ensina” as coisas legais pro parceiro, acaba desencadeando uma frustração no parceiro. Aí que vem o problema: ela também era virgem. Como cobrar performance?
Mas voltando ao caso, apesar de serem varias vertentes, eu vou falar da mais comum que é a mulher chata, que não percebe o quanto está sendo inconveniente na cama, com cobranças, com lingerie na cara, com óleos e massagens, tomando sempre a iniciativa, melhor, jogando na cara que quer sexo. E se o cara achou que por ela casar virgem, ela seria mais “santinha” com ele? Tenho um caso de uma amiga que tinha o mesmo problema, conversou com o marido e ele disse: você me cobra demais, não me deixa respirar, eu acho que o homem que tem que tomar a iniciativa e você nem me dá tempo, me sinto mal com você se atirando em cima de mim, me cobrando e perco a vontade, mas não deixo de te amar.


Sim, mulheres, homens também têm sentimentos e, se sentindo pressionados, travam.


O conselho que eu dei para essa amiga: banque a mulher meiga e desprotegida com o qual ele achou que casou. Revistas femininas mandam as mulheres serem avassaladoras na cama, porque entre 4 paredes vale tudo. Vale sim. Vale até casar e bancar a virgem deflorada presa num calabouço esperando o príncipe encantado safado (o seu próprio marido).
Aí, a mulherada pensa: mas eu sou uma puta na cama! Mas ele não quer uma puta, ele quer a mulher dele. Se ele quisesse uma prostituta, ele não tinha casado com você.( Fonte: Sexo e relacionamentos).
Os médicos constataram que durante o verão os níveis de testosterona chegam a dobrar, o que aumenta e muito a libido. A notícia não parece ser novidade para os brasileiros, que tem um "calor humano" maior que os gringos. Mas além disso, também foram notadas diferenças significativas em outros campos.


BENEFÍCIOS DO SEXO


O sexo funciona como poderoso sedativo, que auxilia no sono e também na sensação de relaxamento, obtida através do orgasmo. "Uma endorfina é a serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade, o outro é a endorfina endógena, que cria, através do orgasmo, um sentimento de felicidade durante cinco a dez segundos nos homens - e até quatro ou cinco minutos em mulheres, o que é excelente para saúde mental", explicou um dos médicos.


O relaxamento muscular proporcionado pelo sexo também pode ajudar a detectar alguma doença nos olhos, já que os olhos não precisam fazer nenhum esforço que pode passar despercebido cotidianamente.


Quem faz mais sexo - parece óbvio - também tem mais chances de engravidar. Mas a pesquisa explica que a frequência ajuda a melhorar a qualidade do esperma nos homens, além de ajudar a diminuir a incidência de câncer de próstata neles e de incontinência urinária nelas, por causa do exercício do músculo pélvico.(Fonte: Bolsa de mulher).


 FALTA DE SEXO

Na mulher, as disfunções sexuais mais comuns são: as inibições do desejo sexual, a anorgasmia, o vaginismo e a dispareunia.
As inibições do desejo sexual ou transtorno do desejo sexual hipoativo, constituem a falta ou diminuição da motivação para a busca de sexo, ou seja, a pessoa não tem vontade de manter relações sexuais.
Isso ocorre mais comumente devido a: problemas no casamento (brigas, desentendimentos quanto ao que cada um espera do relacionamento),falta de intimidade,dificuldades de comunicação entre o casal, ou ainda, devido a tabus sobre a própria sexualidade, como, por exemplo, associações de sexo com pecado, com desobediência ou com punições.Inibições decorrentes de traumas sexuais (abuso sexual, estupro),doenças, a problemas hormonais e ao uso de certas drogas e remédios.
As disfunções sexuais masculinas mais comuns são: a disfunção erétil (impotência) e a ejaculação precoce.(Fonte: Terra).
Falta de sexo também pode gerar depressão, estresse,irritação, baixa auto estima, entre outros. Por isso, faça sexo com seu parceiro, ame a pessoa que está ao seu lado. Quando o sexo sai da vida do casal, é sinal vermelho.

domingo, 1 de abril de 2012

SEXO NOSSO DE CADA DIA



Estive ausente por um tempo, porque são tantas coisas pra fazer, me dividindo entre várias coisas, por isso passo muito tempo para escrever no blog.
O sexo nosso de cada dia é dedicado as mulheres que vêem no sexo não como uma forma de prazer e autoconhecimento, mas sim como uma forma de agradar ao seu parceiro, ou que faz sexo como quem come um bolo na esquina, um cafezinho do dia a dia, e conversando com algumas mulheres você acaba vendo que isso acontece mais do que se pensa, por que? Simplesmente porque sexo ainda é tabu, e nós mulheres fomos criadas para satisfazer aos outros e não a nós mesmas. 
Quantas mulheres devem sentir vergonha de fazer sexo, de falar de sexo e de se tocar? Muitas. Há um bloqueio em nossa mente como que nos alertando a todo momento para não agirmos de certas formas... O que nossa mente nos diz: isso é coisa de homem, homem é que é instintivo, animal, tarados! Com isso não nos permitimos o toque em nós mesmas "a masturbação". Feio? Quem disse que o autoconhecimento é feio? Qual de nós mulheres nunca sentiu vontade de se masturbar por algo que viu ou sentiu? Vocês podem até dizer que não sentiram essa vontade, mas no fundo você sabe que já sentiu. Se perguntarmos a algumas mulheres sobre isso, vão dizer que é nojento, que jamais fariam isso. Mas se enganam, a masturbação é a melhor forma da mulher ajudar ao seu parceiro a lhe dar prazer, o autoconhecimento facilita e muito na hora do sexo a dizer ao seu parceiro onde e como quer ser tocada, dando-se prazer e dando a ele a sensação de estar lhe dando prazer.Pode não parecer, mas o homem fica feliz quando dá prazer a sua parceira, aquele orgasmo vaginal é o que cada homem quer dar a sua parceira, mas sabemos que infelizmente, muitas de nós ainda temos apenas o orgasmo clitoriano.  (Eróttica)




Depois de tantos anos sendo ameaçada por castigos dignos de uma pecadora caso ousasse sentir prazer tocando o próprio corpo, a mulher incorporou a culpa por "sujar" as mãos se distanciando da fonte primeira de satisfação plena: ela mesma. Proibida de tocar seu próprio corpo, ficou difícil de se conhecer, de saber sobre seus medos e desejos. Isso dificultou, inclusive, o aprendizado de como guiar o parceiro no sexo a dois. 
Saber que em si mesma você é um instrumento de prazer é uma mudança de perspectiva capaz de reinventar a sua vida, defende Navarro. De acordo com o especialista, para mudar o padrão dos relacionamentos é preciso começar por si mesma. Ser feliz numa relação a dois envolve uma séria de trocas além das sexuais. Enquanto estamos sozinhos - seja isso um período em nossas vidas ou um momento no dia - precisamos aproveitar para nos conhecer mais e saber com convicção do que nos faz feliz. Se é assim,  nosso corpo funciona como um grande mapa do tesouro, com setas para realização dos nossos desejos. 
A psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi tem orientado muitas mulheres a se voltarem para si mesmas como forma de salvar seus casamentos. "Enfatizo a importância das mulheres descobrirem seus pontos erógenos, as partes do corpo que mais dão prazer, e para isso é necessário se tocar e se descobrir. Cada pessoa é única, para poder aproveitar o prazer é preciso conhecer de onde ele vem", explica. 
Observe suas sensações em cada pequenina região que tocar e atenda aos seus pedidos de "quero mais". A masturbação ensina os primeiros passos do sexo e do orgasmo a dois. Algo que começa na intimidade feminina para depois evoluir e alcançar sintonia quando em combinação com a masculina. (Fonte: Minha Vida).
Logo falarei  sobre  esse assunto novamente. Espero que tenham gostado. 




sábado, 10 de março de 2012

A VAGINA



 Vagina (do latim vagĭna, lit. "bainha") é um canal do órgão sexual feminino dos mamíferos, parte do aparelho reprodutor, que se estende do colo do útero à vulva, dirigido de cima abaixo e de trás para frente. A cada lado da abertura externa da vagina humana há duas glândulas de meio milímetro, chamadas Glândulas de Bartholin, secretoras de um muco lubrificante na copulação

A função da vagina é receber o pênis no coito e dar saída ao feto no momento do parto, assim como expulsar o conteúdo menstrual. A vagina possui um grande número de terminações nervosas e paredes elásticas, que no estado natural tem menos cerca de 7 a 8 cm, mas quando estimulada pode ser grandemente aumentada. Essa elasticidade é fundamental na ocasião do parto, para a saída do bebê.
Nos bebês, a vagina é protegida somente pelo hímen, uma membrana fina com algumas perfurações que permitem a saída da menstruação. O hímen normalmente é rompido na primeira relação sexual, embora algumas atividades não relacionadas ao sexo possam eventualmente ocasionar esse rompimento. A perfuração do hímen causa um pequeno sangramento.
Aos órgãos genitais femininos cabe a tarefa de produzir a célula reprodutora feminina, e de reter o produto da eventual fecundação, permitindo o seu desenvolvimento. São eles compostos dos ovários, onde a célula reprodutora feminina se forma, das tubas uterinas, do útero e da vagina, e ainda da vulva, ou seja, o complexo dos órgãos genitais externos.


Odor
Bactérias naturalmente presentes na flora microbiana da vagina faz com que ela tenha um cheiro característico,[19] embora nem sempre um cheiro forte seja sinônimo de algum mal, muitas doenças sexualmente transmissíveis apresentam o mau cheiro como um dos sintomas. A preocupação feminina com o odor emanado por esse órgão faz com que algumas mulheres façam uso de sabões especialmente preparados para esse fim e apliquem soluções desodorantes próprias para o local. (Fonte: Wikipédia)


 Uma vez li num livro do Alexander Lowen (o excelente Amor e Orgasmo) sobre uma pesquisa na qual mulheres relatavam suas experiências com orgasmos vaginais e clitorianos. A maioria delas explicou que o vaginal atinge o corpo como um todo, é mais prolongado e profundo (claro!). No dia seguinte a um orgasmo vaginal, elas relataram um alívio, uma sensação de tranquilidade e plenitude, enquanto que, no dia seguinte a um clitoriano, disseram se sentir ansiosas e agitadas. O orgasmo clitoriano seria um pico de prazer, mais local e agudo, porém com uma sensação de esvaziamento (que explicaria a ansiedade e agitação do dia seguinte).

Duas imagens para essa hipótese: fogos de artifício para o clitoriano, terremoto para o vaginal. Dois sons: grito estridente para o clitoriano, grunhido gutural para o vaginal.

Não é uma questão de escolher qual o melhor, mas entender as características de ambos. Deixo a questão para meninas (“Isso procede? É assim mesmo?”) e meninos (“Lembrando dos orgasmos que já se passaram na sua frente, acha que essa hipótese é verdadeira?”).(fonte: Não dois Não um)


Não sei se você já sabe, mas o clitóris e o pênis são muito semelhantes, então, se uma mulher fica incrivelmente estimulada, seu clitóris, como o pênis, torna-se cheio de sangue. Se o sangue não é liberado através o orgasmo, a mulher sente um desconforto. Mas, tal como os homens fazem, a mulher pode segurar o máximo possível o orgasmo, deixar a tensão alcançar níveis altíssimos, para só então se liberar em uma explosão.



Foi Sigmund Freud quem primeiro sugeriu que haviam dois tipos de orgasmos femininos. No entanto, o pesquisador sexual Alfred Kinsey refutou a alegação e expôs sua visão de que existe apenas um tipo de orgasmo feminino. Outros estudiosos no assunto afirmam que as mulheres podem ter três tipos de orgasmo: clitoriana, vaginal e misturado. Mas, considerando que este último é, literalmente, os outros dois juntos, não seria necessário classificá-lo como um tipo separado. Então, quem está certo quando se trata de orgasmos femininos?
Estudos clínicos comprovam que Kinsey estava certo. A maioria dos sexólogos concordam que um orgasmo é um orgasmo, não importa qual a área da genitália de uma mulher ou corpo está sendo estimulada. No entanto, aqui estão as duas áreas da vagina de uma mulher que podem levar ao orgasmo mais satisfatório do sexo feminino:
Clitóris – sua única função é fornecer prazer para as mulheres. Os pesquisadores não foram capazes de descobrir qualquer outra razão para sua existência, o que é muito bom.
Vagina - No interior da vagina, pode-se encontrar o famoso ponto G. O ponto G está localizado na parede da frente (em direção ao umbigo) da vagina, entre a abertura e o colo do útero. A teoria indica que o ponto G pode ser um feixe de nervos provenientes do clitóris ou uma glândula (ou uma série de glândulas), que produz lubrificação.



A maioria das mulheres acha que a estimulação direta do clitóris é a maneira mais fácil para atingir o clímax. Então, homens, usem a língua, seus dedos, esfregue seu pênis contra ela, e faça sua companheira explodir em orgasmos deliciosos.(Fonte:Santa Nem Puta).



 Ou seja, resumindo tudo, existem vários tipos de vagina, os homens não olham se é bonitinha ou feinha, isso é coisa de mulher, o cheiro que ela possui é um cheiro próprio e possui feromônio natural para atrair seu parceiro, claro que higiene é fundamental, mas não se preocupem com o cheiro, ele é um cheiro natural . Homens que não fazem sexo oral em suas mulheres por achar que o cheiro é desagradável, geralmente são imaturos e não conhecem bem a relação homem-mulher, pois qualquer um que queira agradar sua mulher, deve sim fazer sexo oral, assim como quer receber, faz parte da relação sexual.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

HOMOSSEXUALISMO






"Homossexualidade, também chamada de homossexualismo (do grego antigo ὁμός (homos), igual + latim sexus = sexo), refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética e/ouemocional por outro ser do mesmo sexo. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; o termo também se refere a indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual."


Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados, tolerados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram. Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade; quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibidos por lei. Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental. Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais ainda varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.


As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, distúrbio ou perversão. Desde 1973 a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a homossexualidade uma doença.[20] No Brasil, em 1985, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade. No dia 17 de maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID). Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.( Wikkipédia)


Atualmente muito se discute sobre a sexualidade no mundo. Muitos não aceitam, a maioria é indiferente, mas o fato é que ainda há muito preconceito por parte de grande parte da população. Muitos se dizem “não preconceituosos”, mas na prática é bem diferente. Enquanto não convivemos com pessoas homossexuais, tudo parece normal, mas ao se deparar com uma cena de beijo entre pessoas do mesmo sexo, garantimos que para muita gente isso será uma afronta e pouca vergonha. Mas, por que?
Embora tudo tem avançado hoje em dia e tudo seja mais fácil de se discutir, a sexualidade das pessoas ainda parece um certo tabu. Muitos não entendem, outros não fazem questão de entender e apenas julgam. Para tudo se tem uma explicação e nada vem de meras empolgações, as coisas não funcionam assim. Claro que em um meio GLS (Gays Lésbicas e Simpatizantes), existem muita gente da “folia”, que realmente não sabe o que quer e resolveu experimentar pra ver se curte.( Fonte: Mulher Beleza)


Creio que um dos principais dilemas do homossexual em se “afirmar” como tal é o ter de se assumir diante da família, em busca de aceitação e apoio. Aceitação e apoio é o que espera, para que possa continuar caminhando e vivendo, enfrentando desafios e dilemas no mundo, nos outros contextos sociais. A “família ideal” é aquela onde encontramos apoio e confirmação, onde somos aceitos como somos, onde encontramos forças para continuar vivendo e crescendo. A “família real”, no entanto, nem sempre condiz com essa expectativa, constituindo-se também como um contexto de desafios e embates que, nem por isso, deixam de ter uma função de crescimento e aprendizado.
Assumir-se homossexual significa colocar em cheque algumas crenças em relação ao que “é” do homem e da mulher, o que é do esperado no ciclo “natural” da reprodução da vida – nascer, crescer, (casar), procriar, envelhecer, morrer -, ao que se espera sexualmente desses dois pares de papéis sociais sexuais. Assumir-se homossexual é romper, pelo menos provisoriamente, com o ideal de perpetuação de uma família constituída por pai, mãe, filhos. É romper com a concepção de casal constituído por homem e mulher, e com seus complementares passivo-ativo, caçador-coletor, matrizes arcaicas da socialidade. Essa compreensão de família que tem como fim a reprodução da espécie é posta em cheque, apontando-se para a “desnaturalização” do humano, para sua condição como ser de cultura e vontade, capaz de transgredir e reformular os modos de vida.
Assumir-se homossexual é correr o risco de se tornar estrangeiro, de desabrigar-se, de ir para a vida lutar pela própria sobrevivência. Esse risco pode ser extremamente importante para o crescimento e amadurecimento da pessoa, da aquisição de autonomia e exercício da liberdade… e deixa marcas.



Isso tudo é um ideal, e uma realidade. Assumir-se homossexual é correr o risco de viver outros caminhos e o mesmo caminho. Assume-se não apenas para si, mas para toda a sociedade, começando pela família. Assume-se uma nova forma de ser família, uma nova forma de ser homem e mulher, menino e menina, filho, filha, irmão, irmã… Tudo muda e continua sendo o que se é, numa transformação que nos dirige para o ser nós mesmos. Não podemos ser outra coisa senão nós mesmos e tentar ser outra coisa não é possível, a não ser encenando-se um papel que não nos assenta bem, que nos aperta e nos causa muito sofrimento.( Fonte:Unissex)"

SEXO PASSIVO E ATIVO
Entre os homossexuais existe esse termo passivo e ativo, ou seja, ele pode deixar-se penetrar: Passivo; ou apenas penetrar: Ativo. Mas pode ocorrer os dois casos também, isso vai depender da relação.


"Felipe Corrêa, administrador
Para nós gays, há a possibilidade de colocar em prática no seu parceiro o modo que mais o excita no sexo oral. Existe uma troca de gostos e preferências que podem ser demonstradas, visualizadas e sentidas. Diferentemente dos héteros, que iniciam sexo oral depois de certa intimidade com seu parceiro, com o gay é o inverso, primeiro existe o sexo oral para depois haver penetração. Gosto de sexo oral de qualquer jeito, mas em especial os que envolvam sorvetes, pois gosto de sentir o gelado quando excitado e a lubrificação que ele proporciona na pele.
Túlio J, microempresário
Se vai chupar, tem de chupar com vontade; não há coisa pior para o homem que aquele sexo oral sem empolgação. Nunca deixe seu homem sem sexo oral e, de preferência, faça-o de surpresa para não parecer uma obrigação e para não ser sempre antes da penetração. O sexo oral por si só já resolve muita coisa. Usar os dentes também é interessante, mas ela tem que esperar ficar bem úmido para diminuir o atrito.( Fonte: Terra)


As formas predominantes de atividade sexual entre as lésbicas são estimulação orogenital e manual-genital ao orgasmo. A auto-estimulação freqüentemente é o método preferido. O uso de pênis artificial, a estimulação anal e outras práticas são infreqüentemente usadas. Orgasmo infreqüente ou ausência absoluta de orgasmo é o que uma minoria de lésbicas experimenta. Compromisso e compatibilidade são pelo menos tão importantes quanto a atividade sexual e o orgasmo. Parece que a freqüência da atividade sexual em casais de lésbicas declina, em maior grau, do que nos casais com pelo menos um homem.
A forma mais freqüente de atividade homossexual masculina é a felação e a masturbação; o intercurso anal ocorre muito menos freqüentemente. A freqüência de praticas sexuais de alto risco entre os homens homossexuais, como o intercurso anal não protegido e ter múltiplos parceiros, tem mudado em resposta à preocupação generalizada com o HIV. (Fonte: Conteúdo Global)".



 Com certeza esse é um tema para muitas outras postagens.